Desde o anúncio da pandemia do novo coronavírus, a mudança repentina na rotina de vida dos brasileiros desencadeou crises de ansiedade e pânico em pacientes já diagnosticados, e até em quem não tinha histórico desses transtornos mentais.
A prática de mindfulness é uma das aliadas para o desenvolvimento de autocontrole durante as crises, porque é capaz de reduzir a preocupação excessiva, entre outros benefícios.
Essa relação acontece porque ambos os quadros podem ser desencadeados, entre outras causas, pelo medo do que possa acontecer (infecções, mortes, perdas financeiras), e pela sensação de impotência diante de uma situação que não se pode controlar.
Sabemos que existe uma relação entre “se sentir no controle” e perceber o estresse, ou seja, quanto mais incertezas e insegurança, menor a sensação de controle e, infelizmente, maior a percepção de estresse e ansiedade.
Esse tipo de sofrimento ou mal-estar é aquele produzido pela mente e que nem sempre representa a realidade. Assim, o isolamento, o receio em ficar desempregado, a dificuldade em manter um negócio e o medo do contágio podem desencadear essas crises.
Os programas de treinamento em mindfulness vão agir exatamente neste ponto: a diferenciação entre ameaças reais e ideias equivocadas sobre a realidade.
No texto publicado no blog Viva Bem, do UOL, o Dr. Marcelo Demarzo fala sobre a importância da prática no contexto em que vivemos para evitar as crises. Acesse e veja como começar a praticar.
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